Dra. Fernanda Fernandes – Coloproctologista em Brasília – DF

Blog da Dra. Fernanda Fernandes

Hemorroidas: Saiba Tudo Sobre o Assunto

As hemorroidas são uma das condições mais comuns da região anal. Apesar disso, ainda geram muitas dúvidas e, muitas vezes, constrangimento. Muitas pessoas convivem com dor, sangramento ou desconforto por anos sem procurar ajuda médica. A boa notícia é que o diagnóstico é simples e hoje existem opções de tratamento minimamente invasivas e igualmente eficazes. Neste artigo, você vai entender:

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Qual o papel do proctologista na saúde?

A saúde intestinal ainda é um tema cercado de tabus, constrangimentos e, muitas vezes, desinformação. Apesar disso, o bom funcionamento do intestino está diretamente relacionado ao bem-estar geral, à imunidade, à qualidade de vida e até à saúde emocional. Nesse contexto, o proctologista exerce um papel essencial, atuando tanto na prevenção quanto no diagnóstico e tratamento de diversas doenças que afetam o intestino, o reto e o ânus.

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Constipação: Qual é o melhor tratamento?

O que é a constipação intestinal? A constipação intestinal, popularmente conhecida como “intestino preso”, é uma condição muito mais comum do que se imagina. Ainda assim, muitas pessoas convivem com esse problema por anos sem entender suas causas ou sem encontrar uma solução definitiva. Mais do que um simples desconforto, a constipação pode impactar diretamente a qualidade de vida, o bem-estar físico e até o equilíbrio emocional. A constipação afeta indivíduos de todas as idades, desde recém-nascidos até idosos, independentemente de gênero, raça ou nível socioeconômico. A constipação é mais do que apenas um sintoma. Ela pode impactar significativamente a qualidade de vida de um indivíduo e, se não tratada, pode levar a complicações de saúde.  De forma geral, a constipação crônica é caracterizada por dificuldade para evacuar, evacuações pouco frequentes ou sensação de esvaziamento incompleto. Para que esse diagnóstico seja considerado, é necessário que o paciente apresente de forma persistente pelo menos dois dos seguintes sinais: Apesar de parecer um problema simples, a constipação crônica raramente tem uma única causa. Na maioria dos casos, ela é resultado de uma combinação de fatores — o que chamamos de causa multifatorial. Isso significa que aspectos como alimentação, funcionamento do intestino, coordenação muscular da pelve, hábitos comportamentais e até fatores emocionais podem estar envolvidos. Existem também outros fatores como dor, febre, desidratação, ingestão alimentar e de líquidos, problemas psicológicos, treinamento para o uso do banheiro, medicamentos. Análise do quadro clinico Quando avaliamos o quadro de constipação podemos identificar inúmeras causas, a citar:  Causas idiopáticas ou primárias: Causas alimentares Problemas alimentares que causam prisão de ventre incluem ingestão inadequada de fibras, ingestão inadequada de água e consumo excessivo de café, chá ou álcool. Níveis reduzidos de exercício também podem desempenhar um papel. Causas Anatômicas As causas estruturais da constipação incluem estenose ou atresia anal, fissura anal, ânus deslocado anteriormente, ânus imperfurado, hemorroidas trombosadas, estenose intestinal, tumores obstrutivos e estenose anal. Musculatura anormal Essas doenças incluem a gastrosquise, síndrome de Down e distrofia muscular. Causas neurológicas As doenças com problemas na estrutura neurológica do intestino incluem a doença de Hirschsprung, a pseudo-obstrução, a displasia neuronal intestinal, os defeitos da medula espinhal, a medula presa e a espinha bífida. Outras doenças neurológicas que podem levar à constipação incluem acidente vascular cerebral, doença de Parkinson, esclerose múltipla, doença de Chagas e disautonomia familiar. Drogas Os medicamentos que contribuem para a constipação incluem anticolinérgicos, narcóticos, antidepressivos, chumbo, ferro, bismuto, bloqueadores dos canais de cálcio, anti-inflamatórios não esteroides, medicamentos psicotrópicos e intoxicação por vitamina D. Causas Metabólicas e Endócrinas Distúrbios metabólicos ou endócrinos que causam constipação incluem hipocalemia, hipercalcemia, hipotireoidismo, diabetes mellitus (DM) e diabetes insípido. Causas diversas Outras causas de constipação incluem doença celíaca, alergia à proteína do leite de vaca, fibrose cística, doença inflamatória intestinal e esclerodermia. Quem trata constipação? Conheça a atuação da proctologista O médico responsável pelo diagnóstico e tratamento da constipação é o proctologista. Esse especialista cuida das doenças do intestino grosso, reto e ânus. A Dra. Fernanda Fernandes é médica proctologista com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia. Possui residência médica em Cirurgia Geral pela Santa Casa da Bahia e residência médica em Coloproctologia pelo Hospital de Base do Distrito Federal. Realizou pós-graduação em Doenças Funcionais do Aparelho Digestivo pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Em seu consultório, atende pacientes com diversas condições intestinais e anais, como: A Dra. Fernanda também disponibiliza protocolos de atendimento multidisciplinar, que incluem: Essa integração entre especialistas ajuda a tratar não apenas os sintomas, mas também as causas do problema. A experiência da Dra. Fernanda inclui ainda cirurgias proctológicas modernas, com foco em técnicas menos invasivas, como: Ao longo da carreira, já realizou cerca de 12.000 colonoscopias e diversos procedimentos cirúrgicos, sempre com olhar humanizado e individualizado. Qual a melhor forma de tratar a constipação? É muito comum ouvir que o tratamento da constipação se resume a beber mais água, consumir fibras e praticar atividade física. De fato, essas medidas são importantes e, em alguns casos, podem trazer melhora. No entanto, muitos pacientes relatam que, mesmo seguindo todas essas orientações, continuam com o intestino preso. Outros até percebem uma melhora inicial, mas com o tempo os sintomas retornam. É nessa fase que surge a sensação de que “o intestino se acostumou” e não voltou a funcionar. Ao longo de anos de prática clínica, ficou claro que o problema não está na falta de esforço do paciente — e sim na ausência de uma abordagem completa, estruturada e realmente integrada. Apenas orientações isoladas ou encaminhamentos pontuais muitas vezes não são suficientes para resolver o problema de forma definitiva. Foi a partir dessa necessidade que surgiu o Protocolo de Reprogramação Intestinal®. Esse protocolo foi desenvolvido com o objetivo de tratar a constipação de forma profunda e eficaz, atuando não apenas nos sintomas, mas principalmente nas causas do problema. Trata-se de um método estruturado, baseado em uma abordagem multidisciplinar, que busca restaurar o funcionamento natural do intestino. O grande diferencial está justamente na integração entre as áreas envolvidas no processo. O paciente é acompanhado por uma equipe composta por médica, nutricionista, fisioterapeuta pélvica e acupunturista. Essa combinação permite uma atuação simultânea em diferentes aspectos do organismo, aumentando significativamente as chances de sucesso no tratamento. Como é feita a avaliação antes do protocolo? Antes de iniciar o protocolo, cada paciente passa por uma avaliação individualizada. Esse é um passo fundamental, pois permite entender com precisão quais fatores estão contribuindo para a constipação. Em alguns casos, podem ser solicitados exames complementares. Entre eles, estão: Esses exames não são obrigatórios para todos os pacientes, mas são utilizados de forma estratégica, de acordo com a necessidade de cada caso. O mais importante é entender se a constipação está relacionada a um trânsito intestinal mais lento, a dificuldades na evacuação ou à associação de ambos. Como funciona o Protocolo de Reprogramação Intestinal®? O protocolo tem duração média de seis meses. Durante esse período, o paciente é acompanhado de forma contínua e próxima, com ajustes progressivos conforme a resposta do organismo. O tratamento envolve diferentes pilares: É importante

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